Dia Nacional de Combate ao Câncer

As segunda principal causa de mortes no Brasil, é o câncer; perde apenas para as doenças cardiovasculares. De acordo com especialistas, os números de óbitos pela doença podem ser reduzidos com o diagnóstico precoce. E para conscientização e alerta à população para adoção de medidas preventivas o Ministério da Saúde instituiu o Dia Nacional de Combate ao Câncer – 27 de novembro.

Na ocasião ocorrem diversas campanhas educativas sobre os vários tipos de câncer, assim como as formas de tentar regredir o avanço da doença. No Brasil e no mundo é cada vez maior o número de pacientes acometidos pela doença, tendo como agravantes dentre os fatores de risco hábitos de vida pouco saudáveis. Por isso, estima-se que o número de casos da doença poderá aumentar nas próximas décadas.

Os principais tipos de câncer que atingem a população brasileira são os de pele, próstata, mama, traqueia, brônquios e pulmão, cólon e reto. Entre o sexo feminino, o principal causador de mortes é o câncer de mama. Já nos homens, o câncer de pulmão é o maior responsável pelos óbitos.

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), no Rio de Janeiro, sugere uma lista de ações que podem ajudar a evitar essas doenças:

– Não fumar. O cigarro possui substâncias tóxicas e cancerígenas;

– Evitar bebidas alcoólicas. O álcool está relacionado com câncer principalmente na região da boca e esôfago;

– Alimentar-se bem. Incluir nas refeições vegetais e evitar alimentos fritos, gordurosos e a ingestão de carne em excesso;

– Praticar atividades físicas. Pelo menos 30 minutos de exercícios todos os dias melhoram a qualidade de vida e protege contra várias doenças;

– Evitar a exposição ao sol nos períodos entre 10h e 16h e proteger-se com filtro solar;

– Realizar exame de sangue oculto nas fezes após os 50 anos. O exame pode ajudar a diagnosticar o câncer colorretal.

Prevenção ainda é o melhor remédio!

Porque votei contra alguns itens do plano estadual de educação

Aconteceu na tarde da última quarta-feira (17) a votação do projeto de lei 377/15, de autoria do Poder Executivo, e que trata do Plano Estadual de Educação, e, aliás como já era previsto, a votação acabou provocando um grande debate entre favoráveis e contra o projeto, votado em plenário na Assembleia Legislativa.

Toda a polêmica se resumiu em torno das questões relativas à diversidade sexual, o que acabou na aprovação da constitucionalidade do projeto em primeira discussão, com 48 votos favoráveis, 1 abstenção e 3 votos contrários, entre eles o meu, por não concordar com a proposta originária que prevê a inclusão de alguns termos, entre eles “ideologia de gênero” e “diversidade sexual” e ser terminantemente contra essa estratégia, camuflada de uma pseudo “ferramenta” contra a discriminação aos homossexuais.

As galerias da Assembleia lotadas de pessoas da comunidade mostra bem o quanto a proposta é polêmica nessa questão, e por isso antes da sua votação em segunda discussão, acabou recebendo nada menos que 66 emendas de autoria de diversos deputados, e retornará à Comissão de Constituição e Justiça da Casa, devendo voltar para a votação em plenário na próxima semana, quando será discutido e votado o mérito do projeto.

O mesmo ponto defendido por mim, foi também defendido por outros parlamentares que não concordam com os termos propostos e querem a retirada dos mesmos, especialmente o que fala em “ ideologia de gênero”, e também suprimindo do texto original a expressão LGTB, e algumas outras citações que poderão fazer parte do material pedagógico que será produzido e distribuído às escolas.

Reconheço a importância da votação e aprovação do Plano Estadual de Educação, mas só votarei favorável ao projeto, caso essas expressões sejam removidas do texto original, pois defendo e sempre defenderei de forma incondicional a família, e tenho a plena certeza de que são os pais que devem passar certos ensinamentos aos filhos e não as escolas. Por isso votei contra e espero que mudanças sejam feitas para, aí sim a proposta voltar ao plenário e poder receber o meu voto e também de outros parlamentares que comungam do mesmo pensamento.

Edson Praczyk – deputado estadual do PRB/PR